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sábado, 21 de junho de 2008

As Esferas de Acordo com a Ordem de Hermes

Correspondência: O espaço é criado pela junção da estabilidade e natureza de espaço da Terra e a mobilidade do Ar. Sem a estabilidade da Terra, as distâncias mudariam e a posição dos lugares seria fortuita, sem a mobilidade e afinidade para a luz que preenche o Ar, seria impossível haver movimento ou visão .

Entropia: Entropia é a união caótica e destrutiva de Fogo e Água, destruição e mutabilidade. Por um lado o Fogo destrói o velho e danifica o novo, por outro lado dá lugar à criação de novas possibilidades. A Água flui turbulentamente, levando as cinzas e nutrindo o novo. Mas a interação entre eles é freqüentemente violenta e impossível de predizer. Purificado com Água, consagrado com Fogo.

Forças: Quando o poder do Fogo mistura-se com o Ar, são formadas as forças da natureza. Ambos os elementos são como o mercúrio, poderosos mas pouco estáveis. O relâmpago irradia a luz do Ar e o calor do Fogo, transformando e rompendo qualquer coisa que toca.

Matéria: A Matéria é o domínio da Terra em todas as suas manifestações. É pesada, lenta e estável, formando a base sobre a qual foi construído o templo da criação.

Mente: A Mente é quase que Ar puro, animado pelo Quinto elemento. É rápida, mutável, cheia da luz da razão mas também caprichosa. É a esfera da ilusão. Acredita-se que todos os outros elementos se tornam visíveis quando a luz clara da razão os ilumina dando-lhes forma e significado.

Vida: A Vida é a manifestação física da Água animada pelo Quinto elemento. A Água nutre e cultiva formas de vida cuja essência é a mudança e a habilidade de assumir muitas formas. A maioria dos seres vivos tem uma manifestação física constituída de matéria usada para interagir com o mundo, mas isso é somente uma concha que esconde os verdadeiros padrões sob si.

Primórdio: Primórdio é a esfera do Quinto Elemento, a essência que anima os outros elementos e lhes dá vida e existência física. O termo quintessência descreve sua natureza perfeitamente, mas sua real natureza não pode ser compreendida por qualquer um que não seja iniciado nos mistérios mais altos.

Espírito: O Espírito é a manifestação do Fogo, o elemento mais etéreo. O mundo espiritual é o mais puro e menos material de todos os aspectos da realidade física. Porém, o Fogo é um elemento variável e perigoso, e os seres e natureza geral deste plano não são diferentes disto. Também é o elemento da transformação, a chama depuradora que queima as conchas e folha impuras, retirando-as da natureza perfeita e pura.

Tempo: O Tempo é a união do Ar com a Água. O fluxo gradual de Água, misturado com redemoinhos de luz do Ar cria o fluxo de casualidade. Como na Água, uma perturbação criará ondas que vão em direção ao infinito, mas como Ar, o fluxo da história fluirá simplesmente seguindo seu curso, superando qualquer obstáculo. Tentar mudar o fluxo é difícil e perigoso, da mesma forma que redemoinhos de paradoxo são fortes e traiçoeiros.

sábado, 18 de agosto de 2007

Corpus Hermeticum



Na verdade, sem enganação, certo e o mais verídico
Que o que é Abaixo corresponde com o que é Acima
e o que é Acima corresponde com o que é Abaixo,
para realizar os milagres do Uno. E todas as coisas
vieram deste Uno, através da meditação da Mente,
assim todas as coisas criadas se originaram deste Uno,
através da Transformação. Seu pai é o Sol; sua mãe é a Lua.
O Vento o carrega em sua barriga, sua ama é a Terra. É
a origem do Tudo, a consagração do Universo;
sua Força inata é perfeita, se voltada
para Terra. Separe a Terra do Fogo,
o Sutil do Grosseiro, gentilmente e com
grande Ingenuidade. Se elevada
Terra para o Paraíso
desce de volta à Terra
Assim contendo dentro
de si mesmo
o Acima e o Abaixo
Deste modo irás tu obter
a Glória do Universo Completo
Toda Escuridão será clarificada
para ti. Essa é a maior das Forças
de todos os poderes porque supera
toda coisa sutil e penetra toda
coisa sólida. Dessa forma foi
o Universo criado. Daí vêm
muitas e maravilhosas Aplicações, pois
esse é o Padrão. Então sou chamado Hermes
Três Vezes Grande, tendo todas as três
partes da sabedoria do Universo Completo.
Nisto eu expliquei completamente a Operação do Sol.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Culto do Êxtase I

*Resultados das pesquisas e experiências da Adepta Imandra Amanda Grainne O'Malley Eleanor Salomon, bani Quaesitor, Praetor, Defensora de Argos, Inquisidora das Torres Caídas, Juíza de Destinos*
As Paixões Sagradas - Culto do Êxtase

Alegria (ou Deslumbre)
O fundamental sentimento de excitação diante de algo novo ou bonito. O sentido de alegria ou deslumbre nos leva ao descobrimento. No entanto também nos cega aos potenciais perigos de algumas dessas fantásticas descobertas.
Empatia (ou Simpatia)
O sentimento de empatia nos faz nos colocarmos na posição do Outro. Disso, podemos entender sua dor o que nos motiva a atos de caridade e compaixão. Muita simpatia, no entanto, nos leva a relevar os erros daqueles que cometem terríveis atos.
Luxúria (ou Ambição)
As paixões do desejo empurram a humanidade prá frente a fim de conquistar o que tanto ambiciona. Humanos querer atingir toda forma de plenitude. Luxúria por riqueza, conforto, sexo, conhecimento impulsionam a humanidade, mas também podem gerar conflitos relacionados ao objeto de desejo e algumas vezes cega as pessoas ao valor da busca ao invés da posse.
Pesar (ou Tristeza)
Através da dor, podemos sentir remorso e aprender sobre nossos erros. A paixão da tristeza nos lembra dos erros que cometemos e da grandeza do passado. Muito pesar, no entanto, e ficamos paralizados pela indecisão e medo, incapaz de seguir em frente por causa da chance de repetir a tragédia.
Medo
A paixão do medo várias vezes provém de outra paixão. Alguns Cultistas buscam superar o medo, mas ele é uma paixão muito saudável que nos lembra de manter a cabeça no lugar. Como a tristeza, muito medo leva à prostração. Mais importante do que tudo, um Cultista deve conhecer e abraçar o medo, para, assim, poder superá-lo a fim de romper os limites do êxtase.
Ciúmes (ou Inveja)
Enquanto muitos considerariam o ciúmes uma paixão negra, ela leva os indivíduas a se superarem. Inveja dos grandes talentos ou posses de outrém podem levar a prática, dedicação e trabalho a fim de igualar-se. Mas também pode motivar assassinato e ruína se o ciúme inspirar a destruição do objeto de desejo.
Ódio
Quando um Cultista odeia, ele o faz sem remorso. É o ódio à injustiça que motiva a busca pela igualdade. O ódio ao abuso impulsiona os Cultistas a oferecer cura e esperança. O ódio pode levar alguém a erradicar o que há de negativo. O truque é não deixar que o ódio nos consuma. Levado à extremos o ódio supera as outra paixões e nos leva a um caminho de cega destruição.
Fúria
Enquanto o ódio é uma emoção borbulhante, a fúria é quente e inflamada. A fúria pode alcançar feitos de proporções fenomenais. A Fúria ignora a dor ou os limites humanos em busca de sua recompensa. Quando descontrolada, ela é descontada em qualquer um, voltando amigos uns contra os outros e diminundo os esforços da razão.

sábado, 26 de maio de 2007

Casa Tytalus

Casa Tytalus

Nomes: Tytalans, Tytali, Seguidores de Tytalus, Generais, Majordomos, Caesars, Red breeches (origens obscuras)

O mais agressivo dos magos da Europa mítica, Mestre Tytalus marcava certamens contra quase todos os artífices da vontade que ele encontrou. Ele acreditava em uma forma de evolução mágika em que o mago evolui através de seu confronto com situações adversas. De certo modo, a Teoria evolucionaria de Tytalus influenciou toda a Ordem, mas sem nenhuma dúvida é a crença principal e imbatível da casa que leva seu nome. Através de constantes batalhas, Magos da casa Tytalus tornam-se resistentes e Alertas, afiando sua capacidade de pensamento estratégico. Essas qualidades tornam os magos da casa tytalus naturalmente os generais da ordem, os planejadores na guerra dos Herméticos contra os Tecnocratas.
Essa posição é uma coisa recente; No passado, tytalus eram na verdade grandes causadores de problemas. No século X, a ordem descobriu que a Prima e dois outros líderes da casa (entre numerosos seguidores) praticavam diabolismo. Os lideres foram queimados na estaca e os outros renunciaram oficialmente. A estigma gerada ainda dói; Herméticos não falam no fato a menos que queiram ser desafiados para um Certame. Outro escândalo liga os Tytalus com Massasa (vampiros) Tremeres. Essa casa se Opôs a interdição do Tremere, e se expuseram a suspeitas por isso. Mestre Baldric LaSalle, fundador do conselho dos nove, resistiu a essa posição mas foi taxado de "fracote"por muitos de seus companheiros de Casa, que preferiam uma posição mais agressiva.
Essa situação prevaleceu até a era Vitoriana. Quando Mestre Aram Marangoudakis, um jovem líder Tytalus - talvez um dos últimos lideres jovens que a casa já viu- persuadiu a ordem a reconsiderar. (devido à cultura da Casa Tytalus, podemos imaginar quais os métodos empregados para "persuadir") Marangoudakis, um capitão grego antes de despertar, Reinterpretou a doutrina de Tytalus enfatizando os desafios contra inimigos muito mais do que contra aliados. Devido à ascensão da ordem da Razão, seus companheiros tytalus concordaram com sua interpretação. Desde então, estratégia militar tem provido eles com um objetivo. Suas engenhosas vitórias salvaram a Casa da dissolução. Hoje, A coragem e os estratagemas da Casa Tytalus tem ganhado muitos favores das outras casas.
Filosofia: A doutrina Tytalus evoluiu da criada pelo Louco filosofo adormecido, Friedrich Nietzche: "A o que não me mata me deixa mais forte." A ascensão pessoal só pode ser alcançada através de disciplina e esforço. Num mundo de inimigos, autoconfiança é vital. Sem vigilância constante, a força de um pode fraquejar a qualquer momento.
Estilo: Os Seguidores de Tytalus confiam em força interior. Nos combates pessoais, eles preferem trabalhar silenciosamente. Encantamentos gritados e urros de guerra não são para eles; ao invés, eles honoravelmente desafiam um adversário, confundem sua mente com ars mentis, então agem fisicamente, metamorfoseando garras, asas e coisas do tipo. Tytali favorece todas as formas de mágika hermética, mas procura evitar trabalhar com espíritos. Ars mentis é a arte mais favorecida pela casa; se eles podem controlar a mente , todo o resto vai junto . Naturalmente, vis, Essentiae e animae fazem bons backup quando a discrição falha. A maioria dos tytalus estuda estratégia militar com o mesmo fervor que eles trazem para seus estudo mágiko. Para aprender táticas eles se misturam livremente entre outras tradições (quando recebem permissão), incorporando suas estratégias.
Objetivos: O principal objetivo dos Tytalus é a perfeição através do desafio. Atualmente, tais desafio envolvem ataques bem planejados a constructos e fortalezas tecnocratas. Os objetivos em longo prazo da casa envolvem preparar outros herméticos e tradições para o inevitável acerto de contas, quando as tradições iram desafiar abertamente a Tecnocracia e seus outros rivais para um combate. Talvez isso explique porque a casa continua associada com os Massasa. Todo hermético conhece o poder do sangue vampírico; pra um Tytalus, uma aliança com os Massasa prove recursos vitais. Ou então os massasa só provêm estes magos com bons desafios. De qualquer forma, alguns tytalus discutem abertamente uma renovação dos laços com a casa Tremere. Porém atualmente, estes discursos só causam a casa mais mal do que bem.
Organização: Tytalus ainda possuem muita influência dentro da ordem, e seu planejamento estratégico tem se mostrado essencial na guerra da ascensão. Porém, a casa continua a encolher conforme seus membros já idosos desafiam uns aos outros à exaustão. Os Caesars consistem hoje de uma ordem fraternal que incorpora quatro cabalas que se autodenominam "os Seguidores de Tytalus". Em questões que envolvem as quatro cabalas, os lideres votam por todo o seu grupo, e a maioria vence. Uma cabala reside no Doissetep , dando suporte para os Drua'shi e mantendo uma rivalidade com a cabala da "Sociedade Fraternal de Bonisagus". As outras três (uma no Domus Magnus Tytalus de Fudarus em Bolonha, França, e as outras em Bombaim e Tehran) dão suporte aos esforços da cabala do doissetep para derrubar a Casa Janissary . Se os Tytali continuarem a diminuir, o maior obstáculo para a dominação Janissary do Doissetep pode desaparecer.
Iniciação: Os iniciados Tytalus são poucos atualmente, simplesmente pelo fato do aprendizado ser muito duro. Muitos preferem desistir porque não agüentam os rigores de um mestre tytalus: seus mestres os testam constantemente - no meio da noite, durante as refeições, quando eles estão fazendo amor... Nada é sacrossanto, simplesmente porque "você nunca sabe quando um inimigo vai atacar." A primeira lição que todos os Tytalus aprendem é que se você derrotar seu mestre você pode fazer novas regras; a segunda é que você deve desafiar seu mestre abertamente; e a terceira é que você não está limitado a usar os métodos que ele te ensinou. Conseqüentemente aprendizes experientes procuram outros mentores adicionais, algumas vezes fora da casa, outra até mesmo fora das tradições. O teste final dos candidatos normalmente consiste em um certámen contra seu mestre, apesar de alguns mentores preferiram colocar seus aprendizes contra um umbróide ou Tecnocrata capturado. Nada está fora dos limites, e devem ser esperadas surpresas.

Casa Shaea

Casa Shaea
Nomes: Shaea, Serket, Sesmu, Seshat, Casa de Seshati, Casa da Lua Crescente

Ambas a mais nova e mais velha casa , Shaea abraça muitas oposições. Sua história se estende ao antigo culto a Thot. Dentro da Ordem, O fundador do Culto, Djhowtey, rouba toda a atenção , porém outro grupo interessante foi por muito tempo ignorado: O culto de Seshat, mulher de Djhowtey e deusa da escrita. Dois mil anos antes da era moderna, A literatura Kemita venerava ela como "aquela que é a primeira na casa do livros." Hoje a sua casa, composta principalmente por mulheres, continua sua missão.
Os Seshat realizam uma negligenciada porém vital (e subitamente poderosa) função: Eles são os historiadores da Ordem, guardiões da escrita como forma de Mágika, logos, criações, civilizações e conhecimento. Fluente em todas as maiores línguas, mortas e vivas, em todos os dialetos, todas as escrituras, eles mantém registros, fazem livros, criam pergaminhos. E mais importante, os Seshati são mestres na Língua secreta da Ordem: o Enochian.
O culto a Seshati cresceu em uma religião chamada Seshetat que se espalhou a oeste e noroeste do antigo Egito. Após a chegada do cristianismo, Seshetat se encolheu em uma ordem mística arcana, os Seshati, baseados no Egito, áfrica do norte e Turquia. Nos séculos seguintes eles ensinaram literatura em muitas culturas diferentes e escreveram Estórias ocultas influentes.
Durante as cruzadas e as posteriores caçadas as bruxas, os Seshati foram perseguidos quase a extinção por Cristãos e Mouros. Procurando por proteção, a Grande sacerdotisa Fátima Baijani de Sesmu requisitou afiliação à Ordem (1412). O conselho garantiu proteção aos Seshati dentro da Ex Miscellanea, mas o relacionamento foi notavelmente inamistoso até 1982, quando eles resolveram finalmente romper com a Ordem. Muitos herméticos influentes,porém , haviam se tornado dependentes da Lua Crescente devido a sua habilidade lingüística e pesquisa histórica. Para proteger estes recursos, a Ordem formalmente ofereceu aos seshati uma posição como Casa completa. Um movimento que enfureceu muitas outras casas dentro da Ex-Miscelanea e continua como ponto de discussões até hoje. Os Seshati obviamente aceitaram; o nome da casa, shaea, deriva de um termo do antigo Egito que significa "auspicioso".
Shaea é mais mística e secreta que muitas outras casas, e dentro da Ordem isso significa muita coisa. Historicamente, Seshati tem raramente se juntado a outras cabalas fora de seus próprios grupos. Essa insularidade, incentivada pelo desrespeito alheio por escribas e principalmente por mulheres, tem diminuído recentemente. Nos dias atuais, shaea aventureiros tem se juntado a cabalas mistas entre casa e mesmo entre tradições, supostamente para coletar informação, porém mais para aproveitar os ensinamentos aprendidos com o estudo.
Filosofia: Os Shaea valorizam várias polaridades: intuição e Razão, o Passivo e o Agressivo. Para um Seshati, a única maneira de entender as polaridades da Telluriam é entender ele mesmo como parte delas, como uma ligação que ela pode seguir até o poder dos deuses. Desse modo, o nome de um Seshati é derivado do nome de um dos muitos nomes de deus; apenas aqueles que ascenderam conhecem todos os nomes verdadeiros de deus.
Estilo: Com seu toque egípcio, A mágika da Casa Shaea enfatiza os nomes e encantamentos, normalmente ditas em Linguagem faraônica antiga ou em enochian. A palavra de um mago da Linguagem o descreve mesmo, a essência de seu Avatar. Ela torna-se seu nome ou um dele: com experiência ele descobre outros nomes, dos quais ele deriva poder mágiko. Como o deus Khepera relata nos papiros de Nesi-Amsu, "Eu proferi meu próprio nome...e assim evolui a mim mesmo fora da matéria primitiva." Shaea ocasionalmente prende o mal (os quais lês chamam pelos nomes de Tutu, Apep, Hau-ra, Hemhemti, Qetu, Amam, Saatetta, ou Sekhemhra) para fazê-los servi-lo. Alguma vezes eles escrevem no ar com hieróglifos brilhantes, ou escrevem um nome em um pequeno pedaço de Veludo e o engolem, fazendo aquele nome parte deles. Jovens Seshati tem consigo vários amuletos inscritos com proteções em muitas línguas. Eles são bem conhecidos por sua afinidade com gatos , e mantém antigos pactos com os Baste Babaste. Em ocasiões auspiciosas, quando a lua e as estrelas estão corretamente alinhadas, os Seshati realizam cerimônias mágikas comandadas Por sua grande Sacerdotisa. Essas cerimônias envolvem proteção, agressão , iniciação e até mesmo fertilidade. Alguns ritos conjuram o próprio Avatar de Seshati, que supostamente aparece como uma pantera negra de olhos reluzentes, ou então como um grande falcão.
Objetivos: Por séculos, os shaea tem odiado a Tecnocracia, a qual eles se referem como Apep, o antigo monstro egípcio. Dentro da visão dos Seshati, a tecnocracia falhou em passar as maravilhas da educação, substituindo preguiça por aprendizado. Para lutar contra Apep, esses magos encorajam a reforma das escolas ou ensinam aos adormecidos por si mesmos abrindo os olhos deles para a mágika- do aprendizado. Em sua jornada , eles tem minado os esforços tecnocratas dentro da Agencia nacional de aprendizado em Washington e na Agencia londrina de reformulação do aprendizado expondo escândalos- reais e criados- sobre os reeducadores da NOM instalados nos locais.
Organização: A grande Sacerdotisa- Atualmente a Arquimaga Maraksha Kashaf- guarda o Sanctum interno da Casa dos Livros (chamada de Sala de Khesef-hra-khemiu), oferece conselhos e comanda as maiores cerimônias. Os guardiões, um grupo rotativo de anciões, testa a grande Sacerdotisa toda semana atrás de sinais de corrupção; é vital que ela permaneça leal a Shaea, porque ela protege as sagradas genealogias. A Casa se reúne mensalmente para testar os Anciões. Dentro dessa casa, as atitudes a respeito de magos menos experientes é bem aberta- um ponto que outras casas deveriam notar melhor. Os anciões escutam aos magos mais jovens e levam suas preocupações para as reuniões do conselho com a Grande Sacerdotisa para serem discutidos.
Iniciação: Shaea são normalmente escolásticas que trabalham no campo das Línguas , das artes escritas e do conhecimento egípcios. O Aprendizado dura anos, os postulantes aprendem enochian e no mínimo outras sete línguas (na maioria das vezes Árabe, Egípcio, Grego, Hebraico, Latim, sânscrito e Farsi). Recrutas aprendem sobre Seshat, Egito, Manutenção de Livros e coisa do tipo, e marcam a iniciação compondo um livro pessoal de Nomes, listando nomes úteis no controle de coisas e pessoas. Para estranhos, estes magi parecem sedados e sem valor; mas como qualquer Hermético sabe, ninguém deve subestimar o possuidor de um nome.

Casa Fortunae

Casa Fortunae
Casa Fortunae

Nomes: Fati, Magos da Fortuna , Casa da Sorte, Numismáticos, Arithmosophist, Numerologistas

Fundada a partir de um grupo de magos Cabalistas que se juntaram dentro da casa Ex-Miscellanea, a Casa Fortunae é uma das recentes fundações da Ordem. Sendo nova nos jogos políticos e no conflito por recursos internos, os magos da fortuna são, como um todo, o grupo que mais contato tem com a massa adormecida. Estes Herméticos acreditam principalmente na matemática numerologia e na cabala. Suas práticas, baseadas em teorias quânticas e pura numerologia afetam principalmente os campos da sorte.
Os Fortunae são magos gananciosos, eles trabalham sobre alguns dos elementos mais poderosos e sutis da realidade. Sua especialização: a sorte está intrinsecamente ligada com seu maior objetivo, o dinheiro. Conceito mágico mais difundido pela sociedade adormecida, o dinheiro por si só pode não parecer muita coisa porém revela seus significados místicos numa analise mais profunda. Sendo o conceito abstrato mais influente e coincidente existente na realidade , ele afeta os adormecidos fazendo exatamente a mesma coisa que a Magia: gera uma ação com o emprego da vontade. Pessoas trabalham e aceitam trocar seus bens e serviços por algo que, por si só, não possui valor ou serventia alguma. Elas fazem trocas e o comércio apenas por saberem que os outros farão a mesma coisa. O dinheiro é parte fundamental da realidade, afeta todos os aspectos dela, tanto o mundo físico quanto o mental. O preço de terras pode fazer com que elas sejam destruídas ou preservadas. O excesso ou a falta de recursos molda o comportamento humano. Uma simples flutuação de mercado pode criar ou destruir potências. Os fortunae reconhecem e admiram essa criação tecnocrata, e sabem que as habilidades inatas do dinheiro estão ligadas a um fator que eles controlam com maestria: a sorte.
Os Fortunae , devido a sua ideologia e crenças, entram em conflito permanente com seu mais odiado inimigo. O Sindicato, talvez o único grupo capaz de se comparar a maestria desta casa no ramo dos negócios e aquisições, batalha freqüentemente nos campos de interesses e nos mercados econômicos. Essa luta, apesar de travada em lances estratégicos, afeta muito mais vidas do que seria imaginado. Empresas sobem e descem, ações mudam de valor, especulações constroem e destroem nações. O mercado das bolsas e a economia geral cria empregos e deixa sem nada muita pessoas. É um campo de batalha onde, por mais calculados que sejam os passos, a sorte pode sempre virar e criar catástrofes, ou milagres como acontece com a maioria dos membros da casa da sorte.
Uma das características da casa fortunae é sua grande taxa de recrutamento, ela carrega consigo o troféu de maior membro recrutador da ordem. A maioria dos discípulos herméticos entra na tradição através desta casa, talvez pela riqueza e poder que ela oferece ou talvez simplesmente por sorte. Seu contato com a sociedade adormecida se inicio perto de sua fundação dentro da casa Ex-Miscellanea, quando eles iniciaram um grande movimento pitagoreano entre os matemáticos. Esse projeto deu certo e floresceu em forma de livros e debates tornando públicas e aceitas várias das filosofias desse grupo. A casa foi formada devido a esse sucesso. Foi promovida de subgrupo da casa miscelânea para um membro completo da ordem.
Ser amigo de um fortunae é ter a sorte ao seu lado. Quando está acompanhado de um desses magos não existirá probabilidade que não esteja a seu favor. Os números e a sorte são companheiros desses herméticos e também serão dos que os acompanharem.

Filosofia: Os magos da Casa Fortunae acreditam que, quando Deus criou o mundo ele deu ao homem sua própria parte no reino: os números. Abraçando todas as formas de matemática, numerologia e teorias . A Casa Fortunae tem em seu espírito o profundo entendimento de todas as formas de matemática. Interpretando textos com base em numerologia e correspondências cabalísticas eles conseguem discernir duplos e triplos sentidos em suas escrituras. As fórmulas matemáticas Fortunae também possuem sentidos próprios e, para os cientes na cabala e nas teorias matemática modernas são capazes de retirar grandes verdades destas expressões numéricas. Teoria do caos, matemática não linear , números transfinitos e transcendentais, todos os números e suas manifestações entram em contato com a magia desta casa. Ela é capaz de programar sua sorte através de complexos cálculos e comparações cabalísticas. Essa admiração pela matemática acabou formando contatos entre a casa e os membros mais escolásticos entre os Adeptos da Virtualidade.
Estilo: Magos da fortuna trabalham com seus conhecimentos sobre os aspectos numéricos da linguagem sagrada hermética, o enochiano. Eles freqüentemente carregam consigo instrumentos e tabelas que ajudem a interpretar símbolos e calcular fatores finais de suas formulas. Diferente do estereotipo arrogante da maioria dos magos herméticos os Fortunae são bastante sociáveis e navegam quase em todos os lugares da sociedade adormecida. Com uma predisposição ao lado numérico do mundo são facilmente encontrados em bolsa de valores, companhias de finanças, cassinos e qualquer outro lugar onde as suas habilidades possam gerar grandes vantagens. Os fortunae são bastante persuasivos, e em sua maioria são donos de intelecto rápido, carisma e brilho próprio.

Objetivos: A Casa Fortunae dá grande importância ao aprendizado e recrutamento. Sua busca incansável por novos membros, ou talvez sua "sorte” em achar muitos prováveis iniciados, dá grande margem para ascensão política. Eles pretendem aos poucos dominar os centros educacionais implantando suas teorias e condutas nas mentes dos jovens adormecidos. Apesar de não estarem nem perto de cumprirem seu objetivos estes magos possuem alguma influencia mais que considerável em grupos de pesquisa e desenvolvimento matemático. Quanto à tecnocracia estes magos pretendem começar a recrutar membros iniciantes nas convenções. Seus recrutadores aos poucos tentam se infiltrar na união e espalhar suas própria idéias pelas salas dos constructos. Existem rumores dentro da casa que dizem que eles pretendem se separar da ordem e reivindicar o assento de entropia no conselho. Eles afirmam que os Eutanatos não representam nada mais que um monte de Nephandi em treinamento e que deveriam ser purgados do conselho. Essa opinião não é de forma alguma predominante, muitos Fortunae mantém relações abertas com Eutanatos que estejam mais preocupados com metafísica entrópica e sorte do que com a contagem de corpos.

Casa Ex-Miscellanea

Casa Ex-Miscelanea

Nomes (em adição aos nomes individuais de cada casa): Ordem da Miscellanea, "misc" magi, Hodgepodge, Casa Salada, Plebe.

Um conjunto de diversos magos sem relação alguma, a Casa ex miscellanea compõe-se dos últimos sobreviventes de casa hoje defuntas junto com alguns magos forasteiros que se juntaram a ordem para ganhar proteção. Diferente de outras casas, que se especializam em recrutamento, defesa, pesquisas e etc. os magos da Miscellania não servem a nenhuma função formal dentro da ordem. Apesar disso, "misk" magi individuais comandam poderes desconhecidos pela Tradição como um todo.
Com toda sua variedade, a história da fundação da casa foi localizada apenas após dramáticas pesquisas. Em 816, Maga Pralix, bani Tytalus, juntou muitos magos ingleses independentes para destruir um vingativo necromante chamado Dabv'nalleous. Após vencer, Pralix declarou-os Ordem da Miscellania. Num primeiro impulso eles planejaram uma campanha contra a própria ordem de Hermes, porém mestre Trianoma convenceu-os a tornarem-se uma casa ao invés.
A composição do Hodgepodge tem mudado aos poucos durante os séculos. Nos dias iniciais da tradição, Miscellania sofreu viradas rápidas. Algumas das casas originais que possuíam pouco poder político (Criamon, Jerbiton e Merinita) foram absorvidas durante a grande convocação (que formou o conselho dos nove) e permanecem até hoje. Outras deixaram miscellanea e se juntaram a outros grupos. Os Bjornaer, uma casa germânica de magos metamorfos (agora mortos), passaram pouco mais de um ano na casa depois saindo para se juntar aos Verbena.
Nos séculos que se seguiram, Ex Miscellania mudou menos radicalmente. Durante o encolhimento, ela absorveu os restos de outras casas; neste século ela também recebeu poucos refugiados da tradição perdida dos Ahl-ih-Batin.
Herméticos de outras casas algumas vezes denigrem a imagem da Ex Miscellania; no geral, porém, a Ordem considera a casa uma aquisição valorosa. Provendo contrapartes herméticas para as outras tradições, ela demonstra o triunfo da filosofia Hermética. Os diversos membros da casa se utilizam quase todas as Práxis imagináveis, todos com um pequeno toque hermético. Realmente esta casa possui um fraco poder político, porém seu tamanho e idéias inovadoras fazem de Miscellania uma arma secreta na luta pelas mentes adormecidas.
A maioria dos "Miskers" é sobrevivente de outras casas herméticas.

Criamon: Profetas, videntes, "mergulhadores nas águas do tempo", estes visionários tatuados se especializam em Ars Temporis, Mentis e Manes. Outros herméticos procuram as profecias de Magos Criamon, porém eles raramente percebem o futuro em detalhes. Ao invés, ele intui obscuridades e fala em enigmas.
Jerbiton: Estes filósofos, árbitros e poetas da era mítica se juntaram a Ex Miscellania em 1400. Feridos profundamente pelo paradoxo e a desconfiança dos adormecidos, os uma vez orgulhosos Jerbiton tiveram decaído a alguns poucos sobreviventes- humildes artistas-escolásticos (novelistas, artistas, trabalhadores do serviço social, psicólogos) com compaixão para com os pobres e adormecidos.
Merinita: Escolásticos românticos que acreditavam que a resolução de todos os mistérios residiam no mundo Feérico. Durante séculos tem dizimado seus talentos com a excêntrica mágica FAE, Merinita continua possuindo enormes registros de seus contatos com as fadas, Ensinando através de Folclore, visitando locais feéricos e conspirando com Changelings. Esses magos desenvolveram (ou caíram presas de) um humor excêntrico, um gosto por roupas espalhafatosas e um impulso aterrorizante de fazer trocadilhos.

Filosofia: "Misks" individuais adaptam mágikas pagãs, Xamânicas, artísticas e até mesmo feéricas ao paradigma de trabalho hermético - Isso é, eles desenvolvem elaborados encantamentos memorizam rituais e desenvolvem estilos completamente novos ao invés de simplesmente "conjurar" a mágika como magos fazem em outras tradições. As teorias ecléticas desta casa nem sempre se adaptam ao paradigma hermético comumente aceitado, sendo disputas extremamente comuns. Magos Criamon podem, por exemplo, repetir pequenos encantamentos incansavelmente, algumas vezes em conjunto com drogas ou dança, para atingir um estado profético de transe. Transcendendo seu corpo e o mundo condicionado ele pode alcançar uma consciência unificada de passado e futuro. Esse procedimento estático não entra em conforme com as doutrinas herméticas de poder controlado. Ainda sim, as outras casas observam sem interferir; com sorte, eles podem achar algo que os Criamon fazem que possa ajudar sua própria pesquisa de práxis.

Estilos: Os estilos mágikos dentro da casa Miscellania variam tanto quanto os estilos das tradições o fazem. Um Criamon Indiano profere os sete nomes do tormento enquanto tatua um símbolo místico na ponta de seus dedos. Um Jerbiton israelense prepara um banquete composto apenas de carne branca servida em tigelas de mármore branco como parte de uma cerimônia artística da paz. Uma Merinita britânica inscreve a runa da água espiritual a volta de uma árvore para poder conjurar a sua dryad interior. Um mago Verditius germânico pode conjurar as 10 ordens dos abençoados e as 10 esferas do mundo para infundir um anel com poderes purificadores. Ex Miscellania tem quase tantos estilos quanto tem membros.

Objetivos: Miscellania, é claro. Essa casa abriga jovens universitários, fervorosos rosa cruzes e filósofos de esquerda que travam suas batalha com papel e caneta. O único objetivo que eles compartilham é o de preservar seus praxes e os direitos da Ex Miscellanea na Ordem.
Organização: a casa Miscellania não possui nenhum governo formal e não se encontra regularmente. Grupos com idéias parecidas se encontram e formam cabalas e capelas, cada uma com suas própria regras e regulamentos. Os líderes desses grupos podem, com dificuldade convocar a casa como um todo para proteger seus direitos dentro da ordem. Misker se comunicam eficientemente através de uma informal, porém séria rede de comunicação, usando telepatia, mensageiros espirituais, e outros meios de comunicação mais mundanos como telefones e listas de mensagens da internet. Outros herméticos podem contatar qualquer ou todos os magos Da Miscellania através da Divisão de pessoal da casa, se eles tiverem bastante tempo pra esperar.

Iniciação: Magos Miskers individuais algumas vezes pegam aprendizes por conta própria, mas a maioria prefere esperar que algum seja enviado pela Divisão de pessoal da casa.